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15 de dezembro

Violino e piano com Emannuelle Baldini

e Guilherme Pozzi 

Sala Watari

Sábado, 08 de dezembro de 2018

às 20:00

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Reservar - info@salawatari.com

Emmanuele Baldini nasceu em Trieste (Itália) cercado pela música: seu pai, Lorenzo Baldini, foi um importante pianista e didata italiano; e sua mãe, Eletta Baldini, foi professora de teoria e solfejo no conservatório da sua cidade, além de ser uma formidável pianista também. 

Depois dos estudos em Trieste com Bruno Polli, Baldini se aperfeiçoou em Genebra com Corrado Romano, em Salisburgo e Berlim com Ruggiero Ricci, e mais recentemente na regência com Isaac Karabtchevsky e Frank Shipway.

Desde sua adolescência ganhou inúmeros concursos internacionais, entre os quais se destacam o “Premier Prix de Virtuosité avec Distinction” em Genebra, o “ForumJunger Künstler” em Viena e mais dez concursos para solistas ou em grupos de câmara. 

Baldini tocou como solista ou em duo pelo mundo inteiro, com cinco turnês no Japão, quatro nos EUA, uma na Austrália, e já se apresentou em todas as principais salas de concerto das capitais europeias, além da América latina, e principalmente no Brasil, que escolheu em 2005 como sua residência. 

Sua incansável curiosidade e paixão pela música fez o Baldini ampliar seus horizontes, e depois de uma carreira notável como violinista (com mais de 20 CD gravados, quase 40 concertos diferentes em seu repertório e todas as Sonatas mais importantes para violino), começou a se aperfeiçoar como regente, fundou o Quarteto Osesp (com os chefes de naipe da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, da qual é “spalla”), intensificou sua atividade didática e, com o violino, começou a explorar o precioso repertório brasileiro, em parte injustamente desconhecido. 

 

Dentre suas colaborações musicais constam artistas de fama mundial, como Maria-João Pires, Jean-Philippe Collard, Antonio Meneses, Fábio Zanon, Caio Pagano, Jean-Efflam Bavouzet, Ricardo Castro, Nicholas Angelich, entre outros. O saudoso Maestro Claudio Abbado, escreveu do Baldini: “Estou impressionado tanto pela sua profundidade musical quanto pelo nível técnico.”

 

Na Itália, Baldini foi “spalla” da Orchestra del Teatro Comunale di Bologna, Orchestra del Teatro alla Scala diMilano, e a Orchestra del Teatro “Giuseppe Verdi” diTrieste, e desde 2005 é “spalla” titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Como convidado, foi "spalla" também da Orquestra Sinfônica da Galícia, na Espanha. 

Como regente, se destacam concertos no Teatro Colón de Buenos Aires, no Teatro del Sodre de Montevidéu, e apresentações com as principais orquestras da América latina. Desde 2017 é diretor musical da Orquestra de câmara de Valdivia, no Chile, começando assim um novo capítulo de sua atividade multifacetada.

     Emmanuele Baldini mora em São Paulo com sua esposa Veroni e com sua filha Lavinia.

O pianista Luiz Guilherme Pozzi nasceu em Cornélio Procópio, no interior do Paraná, em dezembro de 1979.  Ganhou mais de 10 concursos de piano em seu país, dentre eles o Concurso Bach”, no Rio de  Janeiro, e o “Grande Concurso Guiomar  Novaes”, em São Paulo. Graduou-se em piano na Escola de  Música e Belas Artes do Paraná, na classe da pianista e professora russa Olga Kiun.

         Na Alemanha, foi classificado em 1º lugar com a nota máxima na prova de admissão da Escola Superior de Música de Freiburg, onde aperfeiçoou-se durante dois anos com o professor Felix Gottlieb. Nesse mesmo ano foi premiado com a bolsa integral da “Internationale Klavierakademie Murrhardt”, concorrendo com pianistas do mundo todo. Posteriormente integrou a classe do grande pedagogo russo Alexander Satz, na Universidade de Artes de Graz, na Áustria, onde foi diplomado com distinção. Com a morte de seu professor, o pianista regressou ao seu país e, não obtendo a validação de seus diplomas europeus, retomou os estudos acadêmicos no Brasil, obtendo o título de mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas, onde pesquisou sobre a obra do compositor contemporâneo Harry Crowl, sob a orientação do Prof. Dr. Maurícy Martin. Ao concluir seu mestrado o pianista recebeu uma bolsa de estudos integral para o doutorado da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e o cargo de professor assistente daquela instituição, porém Luiz Guilherme preferiu fincar definitivamente suas raízes em seu país de origem, concluindo seu doutorado sobre Brahms na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação do Prof. Dr. Eduardo Monteiro.

 Além de se apresentar regularmente como recitalista, camerista e solista em concertos com orquestra, Pozzi é professor de piano e música de câmara na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP), conduz a cátedra de piano erudito da Faculdade Santa Marcelina, é professor de piano na Universidade de São Paulo (USP) e é curador da série de recitais de piano do Museu Brasileiro de Escultura (MuBE).

Seu CD de estreia gravado ao vivo com a Sonata Op. 5 de Brahms e a Sonata em si menor de Liszt ganhou a categoria revelação do 26º Prêmio da Música Brasileira, o prêmio máximo da indústria fonográfica brasileira.

Críticas:

“Luiz Guilherme Pozzi arrebatou a platéia com uma interpretação furiosa da 7ª sonata de Prokofiev.”

Arthur Nestrovski, Folha de São Paulo

 

“Ele tem a seu favor uma facilidade técnica excepcional e uma audição realmente privilegiada”

Rodrigo Browne, Gazeta do Povo

 

“O som que o pianista extraiu do piano através de suas mãos gigantescas fez a sala de concertos tremer… O público ficou extasiado com sua interpretação de Chopin, na qual nos brindou com uma performance emocional e sem medo de cometer riscos, características de seu temperamento brasileiro”

Murrhardt Zeitung, Alemanha